sábado, 30 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Se...
Se eu soubesse que ía ser isto, não me tinha lançado de cabeça...acabei por ficar com um sr. galo...e raios partam a palavra "se"...vale muito a pena pensar numa realidade que não a minha, vale.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Queria escrever algo...
...mas é difícil quando as palavras são ultrapassadas pelos sentimentos, pelas memórias... e nada serve para descrever ou escrever o que me vai na alma... só consigo sentir, fechar os olhos e perder-me em imagens passadas e presentes, imagens nas quais ainda sinto o odor, a cor, os sons de recoradações...
Queria escrever algo, mas só consigo pensar e perder-me...
Queria escrever algo, mas só consigo pensar e perder-me...
What time is it in the world? And where we going?
Foram dois concertos inesqueciveis da melhor banda do mundo, sem dúvida!
Valeram as horas passadas nas filas, apertada no meio da multidão, à chuva (no segundo dia)...para poder perder-me na melhor música...All because of U2!
Valeram as horas passadas nas filas, apertada no meio da multidão, à chuva (no segundo dia)...para poder perder-me na melhor música...All because of U2!
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
Momentos...
Hoje estava a ter um daqueles momentos de nostalgia, quando me veio à cabeça uma recordação que estava guardada numa gaveta lá no fundo da minha mente e surpreendentemente tão viva: o meu primeiro dia na Faculdade.
Foi no fim da década de 90, em Outubro, quando ainda havia Outono e as manhãs já pediam um agasalho. O relógio marcava as 08H45 e eu já estava atrasada 15 minutos. Lá ía eu de passo apressado a atravessar o largo da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, em direcção ao edifício onde se situava o Departamento de Antropologia e o Auditório -1 onde iria ter a minha primeira aula: Biologia e Cultura.
À minha frente caminhava uma rapariga de cabelos compridos pretos que vestia um casaco verde claro. Lembro-me de pensar para mim "se calhar vai também para a mesma aula, era bom, pelo menos não era a única a chegar atrasada".
Entrei no edifício e desci as escadas até à cave. Vi logo o auditório. Respirei fundo e entrei. Pedi licença e dirigi-me para o fundo da sala onde se tinha acabado de sentar a rapariga de casaco verde, a Márcia.
Sentei-me ofegante e olhei para o estrado onde estava o Professor. Era já de alguma idade, alto, magro, com cabelo e barba grisalhos e vestia um fato cinzento já gasto. Falava e gesticulava com tal emoção que, confesso, surpreendeu-me. Ah! e estava a fumar, impensável hoje em dia.
O auditório estava cheio e em silêncio a ouvir as palavras ferverosas do Professor, e foi neste momento que entrei em pânico. Não estava a perceber nada do que estava a ser dito, era chinês para mim. Eu já pensava, que vai na volta, não estava no lugar certo, a Faculdade não era para mim...talvez fosse um problema de concentração. Concentrei-me e passados alguns minutos, nada!
Bem, quando terminou a aula fiquei a saber que não tinha sido a única, que tal como eu, muitos dos meus colegas não tinham alcançado as palavras do excêntrico Professor.
Nas aulas seguintes fui entrando no ritmo e comecei a absorver tudo, a aprender o que nunca tinha aprendido...histórias e estórias, o tempo e o espaço...
E foi assim, um momento único, uma recordação deliciosa de tempos que deixam saudades.
Foi no fim da década de 90, em Outubro, quando ainda havia Outono e as manhãs já pediam um agasalho. O relógio marcava as 08H45 e eu já estava atrasada 15 minutos. Lá ía eu de passo apressado a atravessar o largo da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, em direcção ao edifício onde se situava o Departamento de Antropologia e o Auditório -1 onde iria ter a minha primeira aula: Biologia e Cultura.
À minha frente caminhava uma rapariga de cabelos compridos pretos que vestia um casaco verde claro. Lembro-me de pensar para mim "se calhar vai também para a mesma aula, era bom, pelo menos não era a única a chegar atrasada".
Entrei no edifício e desci as escadas até à cave. Vi logo o auditório. Respirei fundo e entrei. Pedi licença e dirigi-me para o fundo da sala onde se tinha acabado de sentar a rapariga de casaco verde, a Márcia.
Sentei-me ofegante e olhei para o estrado onde estava o Professor. Era já de alguma idade, alto, magro, com cabelo e barba grisalhos e vestia um fato cinzento já gasto. Falava e gesticulava com tal emoção que, confesso, surpreendeu-me. Ah! e estava a fumar, impensável hoje em dia.
O auditório estava cheio e em silêncio a ouvir as palavras ferverosas do Professor, e foi neste momento que entrei em pânico. Não estava a perceber nada do que estava a ser dito, era chinês para mim. Eu já pensava, que vai na volta, não estava no lugar certo, a Faculdade não era para mim...talvez fosse um problema de concentração. Concentrei-me e passados alguns minutos, nada!
Bem, quando terminou a aula fiquei a saber que não tinha sido a única, que tal como eu, muitos dos meus colegas não tinham alcançado as palavras do excêntrico Professor.
Nas aulas seguintes fui entrando no ritmo e comecei a absorver tudo, a aprender o que nunca tinha aprendido...histórias e estórias, o tempo e o espaço...
E foi assim, um momento único, uma recordação deliciosa de tempos que deixam saudades.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
De manhã...
...quando acordo, não gosto que me obriguem a falar. Não, não acordo mal humorada nem "com a telha", simplesmente não gosto de falar. Prefiro estar calada, mesmo que esteja só a palrar interiormente com os meus botões. Não sou daquelas pessoas que acordam e "clic", ligam o botão ON e já transbordam energia. Pelo contrário, quando acordo de manhã estou em standby...
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
My momma always said...
"Life was like a box of chocolates. You never know what you're gonna get."
Forrest Gump
Forrest Gump
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Eu...
Sou inconstante como a Lua, que num momento reflecte luz e noutro absorve a escuridão.
Sou dramática, falo com as mãos, transmito o que sinto só com um olhar, choro quando não tenho saída e rio com todos os músculos quando sinto alegria.
Expludo com facilidade e não suporto pessoas fracas, fazem-me sufocar.
Tenho medos que nunca mais acabam, mas enfrento-os todos os dias sem recuar um centimetro.
Não desisto, quer seja por orgulho ou por teimosia, prefiro chamar-lhe persistência.
Desiludo-me frequentemente, por ingenuidade ou por pensar que tudo corresponde às minhas expectativas, que são altas, confesso.
Por vezes sou um pouco desligada, distante até, passeio nos meus pensamentos e preciso mesmo desses momentos, sozinha, comigo mesma.
Não gosto de esperar, é uma perda de tempo.
Sou compreensiva mas muitas vezes não compreendo o sentido da vida, momentos menos bons ou palavras mais amargas.
Sou apaixonada pela Natureza, transmite-me serenidade e equilibrio. O vento acaricia a minha face, o sol aquece a minha alma, o mar reconforta a minha inquitude, as nuvens embalam o meu sono, as árvores enraizam-me à vida.
Não tenho chão nem tecto, caminho sobre sonhos e o céu é o meu limite.
M.P.
Sou dramática, falo com as mãos, transmito o que sinto só com um olhar, choro quando não tenho saída e rio com todos os músculos quando sinto alegria.
Expludo com facilidade e não suporto pessoas fracas, fazem-me sufocar.
Tenho medos que nunca mais acabam, mas enfrento-os todos os dias sem recuar um centimetro.
Não desisto, quer seja por orgulho ou por teimosia, prefiro chamar-lhe persistência.
Desiludo-me frequentemente, por ingenuidade ou por pensar que tudo corresponde às minhas expectativas, que são altas, confesso.
Por vezes sou um pouco desligada, distante até, passeio nos meus pensamentos e preciso mesmo desses momentos, sozinha, comigo mesma.
Não gosto de esperar, é uma perda de tempo.
Sou compreensiva mas muitas vezes não compreendo o sentido da vida, momentos menos bons ou palavras mais amargas.
Sou apaixonada pela Natureza, transmite-me serenidade e equilibrio. O vento acaricia a minha face, o sol aquece a minha alma, o mar reconforta a minha inquitude, as nuvens embalam o meu sono, as árvores enraizam-me à vida.
Não tenho chão nem tecto, caminho sobre sonhos e o céu é o meu limite.
M.P.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Damn it...
Hoje estou naqueles dias em que, já como dizia o heterónimo de Fernando Pessoa, pensar é como andar à chuva, incomoda.
Se ao menos tivesse um interruptor que me permitisse desligar a massa cinzenta quando quisesse...
Se ao menos tivesse um interruptor que me permitisse desligar a massa cinzenta quando quisesse...
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