Eu escolho a porta estreita, que leva a vários obstáculos, onde um longo inverno se instala, mas com a certeza de que um dia chega a primavera, com as cores e o perfume das flores, e o seu abraço terno à espera.
E o Sol então irá aquecer-nos, e iluminar o nosso caminho, pois a esta altura seguiremos juntos, rumo ao infinito...e os nossos medos terão ficado para trás.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Life goes on
A vida é realmente uma coisa engraçada mas também complicada, se bem, que muitas vezes nós é que a embaraçamos, criamos as nossas próprias barreiras, limitamo-nos e atamos os nossos próprios nós que depois são difíceis de desatar.
A vida ensinou-me que nada é como pensamos que irá ser, para sempre, e que temos que lutar muito para seguirmos o caminho que traçamos, e que nada é previsível, um dia estamos sob uma chuva intensa que nos deixa ensopados até aos ossos, e no dia seguinte estamos radiantes com a luz do sol que nos aquece!
Por outro lado, acredito que o que está destinado a ser, será um dia, na altura certa, em determinado lugar com aquela pessoa, por isso não é preciso ter pressa.
A vida ensinou-me que nada é como pensamos que irá ser, para sempre, e que temos que lutar muito para seguirmos o caminho que traçamos, e que nada é previsível, um dia estamos sob uma chuva intensa que nos deixa ensopados até aos ossos, e no dia seguinte estamos radiantes com a luz do sol que nos aquece!
Por outro lado, acredito que o que está destinado a ser, será um dia, na altura certa, em determinado lugar com aquela pessoa, por isso não é preciso ter pressa.
A vida é mesmo assim, e por isso mesmo, é tão assustadoramente fascinante.
Não é, com toda a certeza uma linha reta, na qual vemos ao fundo tudo o que nos espera, é antes uma linha cheia de curvas apertadas com visibilidade reduzida, e mesmo assim, sigo em frente com esperança, alegria, força e uma vontade enorme de ser feliz, e claro, luto sempre, sempre por tudo o que quero que a vida me ofereça! Não de bandeja, pois claro, isso a vida não faz, pelo menos a mim, mas tentando sempre que ela ceda aos nossos encantos... Aquilo que a vida nos oferece de bandeja, toda a gente sabe e presencia, são as famosas lições que nos fortalecem ou enfraquecem, mas ensinam-nos sempre, o que devemos ser, fazer ou esperar!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Amélie
"Quand le doigt montre le ciel, l' imbécile regarde le doigt"
Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
Le fabuleux destin d'Amélie Poulain
Atitudes
As palavras são importantes, quando carregadas de sinceridade e sentimento, mas, por outro lado, as palavras leva-as o vento, por mais verdadeiras que sejam...
Sou uma pragmática incurável, valorizo mais a prática que a teoria, e por isso mesmo, para mim, a atitude vale mais do que mil palavras.
Quando dizemos algo que queremos, nem sempre a interiorizamos, mas quando fazemos determinada coisa que queremos, todo o nosso corpo se entrega, incluíndo a mente.
Sou uma pragmática incurável, valorizo mais a prática que a teoria, e por isso mesmo, para mim, a atitude vale mais do que mil palavras.
Quando dizemos algo que queremos, nem sempre a interiorizamos, mas quando fazemos determinada coisa que queremos, todo o nosso corpo se entrega, incluíndo a mente.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Subterfúgios
Todo o santo dia tento impingir à minha cabecinha que nada é definitivo e que depois de uma tempestade vem sempre a bonança... subterfúgios da alma...
Mas, há sempre um pezinho atrás... e a isto se chama pessimismo, livra!
Mas, há sempre um pezinho atrás... e a isto se chama pessimismo, livra!
sábado, 4 de agosto de 2012
Nosce te ipsum
À medida que os anos passam, vamo-nos conhecendo cada vez mais e melhor, não só através do auto-conhecimento, mas também por aquilo que os outros que nos conhecem como ninguém, esperam de nós.
Nunca pensei muito neste aspecto, porque penso que é sempre inibidor daquilo que realmente somos.
No entanto, continua a ser muito importante não desiludirmos quem espera de nós uma atitude de força, de persistência, preserverança. Neste caso, não gosto de gorar expectativas e luto para provar que realmente tenho tudo isso dentro de mim.
Esta luta, em todos os casos só revela ainda mais aquilo que transporto comigo, porque me obriga a vasculhar dentro da minha alma aquela pessoa, o verdadeiro eu. Se nada existisse realmente, não podíamos resgatar nada de nenhures, nem que lutássemos como nunca!
E eu descobri, através do que esperam de mim, aquilo que realmente sou!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Imperdoável
...imperdoável é o que não vivi, o que esqueci, é desistir de lutar, é não perdoar...
Jorge Palma
Jorge Palma
terça-feira, 5 de junho de 2012
O Arrumadinho tem toda a razão...
[...]
Vivemos cada vez mais numa sociedade em que as coisas têm de acontecer, e têm de acontecer depressa e bem, porque parece que estamos a correr contra o relógio, quando, de facto, não há pressa para nada, e a única urgência deveria ser a da nossa felicidade. Mas até nisso sinto que há pressa. As pessoas já não percebem a expressão "felizes para sempre" e querem é ser felizes a toda a hora, coisa que não existe, e que é diferente de ser feliz para sempre. Ninguém é sempre feliz, mas muita gente consegue ser feliz para sempre.
O que nos empurrou para isto foi este mundo que nós construímos, no qual estamos metidos, e que cultivamos, o mundo do Facebook, em que a felicidade do momento tem de ser partilhada na hora, porque senão parece que já não é completa. Já assisti a cenas de pessoas estarem em sítios maravilhosos, mas amarguradas, porque não conseguem fazer um upload de foto no Facebook, e isso é suficiente para as deprimir, em vez de aproveitarem o facto de estarem ali, num sítio onde provavelmente não voltam tão cedo. As redes sociais parecem hoje uma espécie de jornais online individuais em que cada um tenta actualizar o seu estado mais vezes, com mais velocidade, com mais originalidade e criatividade possíveis. O imediatismo está a matar a espontaneidade e a retirar prazer aos momentos que deviam ser de desfrute.
Também nisto as pessoas se sentem pressionadas - têm de colocar nas redes sociais que estão aqui ou ali, postar uma foto, dizer qualquer coisa, porque senão parece que os outros não vão acreditar. As pessoas são pressionadas por um sistema no qual acreditam, que fomentam e do qual tiram prazer.
[...]
Este manto que criámos sobre nós, e que nos está a tapar o sol, parece-me uma coisa sem retorno. Acho que as coisas nunca mais vão voltar a ser como foram, e a verdade é que se todos olharmos para trás iremos perceber que nos tempos em que não havia nada disto, nem Facebooks, nem telemóveis ligados à net, éramos igualmente felizes, provavelmente mais felizes, até.
A única forma que vejo de conseguir melhorar um bocadinho isto é se todos fizerem um esforço para, de vez em quando, desligarem do mundo, dos outros, das notícias, das actualizações de estado, dos uploads de fotos, da partilha de conteúdos, dos telemóveis, e focarem-se em si, na pessoa com quem estão. Acho que aos poucos vamos percebendo que, afinal, conseguimos ser felizes no mundo de ontem, mesmo vivendo no de hoje.
in O Arrumadinho
Vivemos cada vez mais numa sociedade em que as coisas têm de acontecer, e têm de acontecer depressa e bem, porque parece que estamos a correr contra o relógio, quando, de facto, não há pressa para nada, e a única urgência deveria ser a da nossa felicidade. Mas até nisso sinto que há pressa. As pessoas já não percebem a expressão "felizes para sempre" e querem é ser felizes a toda a hora, coisa que não existe, e que é diferente de ser feliz para sempre. Ninguém é sempre feliz, mas muita gente consegue ser feliz para sempre.
O que nos empurrou para isto foi este mundo que nós construímos, no qual estamos metidos, e que cultivamos, o mundo do Facebook, em que a felicidade do momento tem de ser partilhada na hora, porque senão parece que já não é completa. Já assisti a cenas de pessoas estarem em sítios maravilhosos, mas amarguradas, porque não conseguem fazer um upload de foto no Facebook, e isso é suficiente para as deprimir, em vez de aproveitarem o facto de estarem ali, num sítio onde provavelmente não voltam tão cedo. As redes sociais parecem hoje uma espécie de jornais online individuais em que cada um tenta actualizar o seu estado mais vezes, com mais velocidade, com mais originalidade e criatividade possíveis. O imediatismo está a matar a espontaneidade e a retirar prazer aos momentos que deviam ser de desfrute.
Também nisto as pessoas se sentem pressionadas - têm de colocar nas redes sociais que estão aqui ou ali, postar uma foto, dizer qualquer coisa, porque senão parece que os outros não vão acreditar. As pessoas são pressionadas por um sistema no qual acreditam, que fomentam e do qual tiram prazer.
[...]
Este manto que criámos sobre nós, e que nos está a tapar o sol, parece-me uma coisa sem retorno. Acho que as coisas nunca mais vão voltar a ser como foram, e a verdade é que se todos olharmos para trás iremos perceber que nos tempos em que não havia nada disto, nem Facebooks, nem telemóveis ligados à net, éramos igualmente felizes, provavelmente mais felizes, até.
A única forma que vejo de conseguir melhorar um bocadinho isto é se todos fizerem um esforço para, de vez em quando, desligarem do mundo, dos outros, das notícias, das actualizações de estado, dos uploads de fotos, da partilha de conteúdos, dos telemóveis, e focarem-se em si, na pessoa com quem estão. Acho que aos poucos vamos percebendo que, afinal, conseguimos ser felizes no mundo de ontem, mesmo vivendo no de hoje.
in O Arrumadinho
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A certa gentinha...
As pessoas saberem o seu lugar é essencial, mas, as pessoas saberem o seu lugar na vida dos outros é uma condição, para que tudo corra pelo melhor e para evitar situações irremediavelmente desagradáveis, no mínimo.
É triste quando certa gentinha não conhece a velha máxima de que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros. É triste quando certa gentinha não respeita o espaço e a vida dos demais, simplesmente porque sofre de uma espécie de antropocentrismo! Porque pensa que é mais importante que tudo o resto (e não é) e que só a sua triste vidinha é que interessa.
Essa certa gentinha é triste!
E a essa certa gentinha só desejo, e porque não sou hipócrita, (ironic mode on) muita sorte na vida! Daquela sorte que não me aquece nem me arrefece!
É triste quando certa gentinha não conhece a velha máxima de que a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros. É triste quando certa gentinha não respeita o espaço e a vida dos demais, simplesmente porque sofre de uma espécie de antropocentrismo! Porque pensa que é mais importante que tudo o resto (e não é) e que só a sua triste vidinha é que interessa.
Essa certa gentinha é triste!
E a essa certa gentinha só desejo, e porque não sou hipócrita, (ironic mode on) muita sorte na vida! Daquela sorte que não me aquece nem me arrefece!
terça-feira, 29 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Nos entrementes e entretantos
Saber esperar e o que esperar, é esse o meu lema, um lema de quem aguarda que a vida se desembarace.
Dar tempo ao tempo, porque já alguém dizia, é sábio e resolve tudo, ou quase tudo.
E nos entrementes e entretantos, é importante não andar à deriva, ao sabor do vento, porque eu sou assim, gosto de fazer o meu caminho e saber onde quero chegar.
Se bem que, muitas vezes, não consigo discernir da melhor maneira o que quero, mas tenho uma certeza preciosa, aquilo que não quero!
Dar tempo ao tempo, porque já alguém dizia, é sábio e resolve tudo, ou quase tudo.
E nos entrementes e entretantos, é importante não andar à deriva, ao sabor do vento, porque eu sou assim, gosto de fazer o meu caminho e saber onde quero chegar.
Se bem que, muitas vezes, não consigo discernir da melhor maneira o que quero, mas tenho uma certeza preciosa, aquilo que não quero!
domingo, 20 de maio de 2012
Copy that...
"Há alturas na vida em que precisamos de mudar de
(l)atitude. Ter essa coragem. Precisamos sair um bocadinho da nossa zona de
conforto e aceitar que o princípio também pode ter fim. Abrir os braços aos
recomeços, agradecer por tudo o que temos e desejar que a vida (tão sábia e
previdente) nos conduza sempre pelo melhor caminho. É preciso ter humildade para
admitir que não estamos sempre certos e que pedir desculpa por erros e falhas é
sinal de maturidade e não de fraqueza. E depois deste exercício urge virar a
página e seguir em frente.
É que uma mudança, naturalmente imposta por outras
mudanças, é um momento de renovação. E para a viver em pleno e aproveitar tudo o
que tem para nos dar é preciso parar de olhar para trás, projectar o olhar no
horizonte e confiar no que está por vir. Com fé, muita fé. Fé em nós, nos outros
e em tudo o que de bom merecemos receber."
quinta-feira, 17 de maio de 2012
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